Osteopatia
O que é, o que acontece na sessão e o que não é
A osteopatia é uma especialidade da fisioterapia, reconhecida e disciplinada no Brasil pela Resolução COFFITO nº 398/2011. É terapia manual: o instrumento são as mãos, e o método é avaliação, hipótese, técnica e reavaliação.

A sessão
Uma hora, avaliação e tratamento juntos
- Conversa. Onde dói, desde quando, o que piora e o que alivia, o que você deixou de fazer. Exames que você já fez entram aqui, como informação, não como roteiro.
- Avaliação. Testes de movimento, comparação entre os lados, palpação. O objetivo é achar o que está restrito e o que está sobrecarregado compensando.
- Tratamento. Técnicas manuais escolhidas pelo que a avaliação encontrou: articulares, de tecido mole, fasciais, viscerais ou cranianas, sempre suaves e adaptadas a você.
- Orientação. Duas ou três coisas específicas pra fazer até a próxima sessão. A diretriz do NICE é explícita: terapia manual entra como parte de um pacote que inclui exercício.
- Reavaliação. Data marcada pra checar o que mudou e decidir se continua, ajusta ou encerra.
Pra não confundir
O que a osteopatia não é
Não é massagem
Massagem relaxa tecido. A osteopatia avalia antes e escolhe a técnica pelo que encontrou. Às vezes a técnica é de tecido mole, mas o motivo é diagnóstico, não conforto.
Não é quiropraxia
São formações e regulamentações diferentes. No Brasil, a osteopatia é especialidade do fisioterapeuta, e a resolução do conselho lista as competências dela.
Não substitui o médico
Diagnóstico de doença é médico. Sinais de alerta (perda de força, febre, perda de peso sem explicação, alteração de controle de urina ou intestino, dor após trauma) mudam a rota: avaliação médica primeiro.
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